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5 razões que fazem de Bionic um disco à frente de seu tempo
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Bionic x Música ►

5 razões que fazem de Bionic um disco à frente de seu tempo

Em 8 de junho, o lançamento do disco “Bionic”, da Christina Aguilera, completa 3 anos. Fracasso, erro, Lady Gaga… É isso que vem à sua cabeça quando ouve falar nesse álbum? Na época da divulgação do “Lotus”, Christina chegou a dizer que o trabalho era “à frente de seu tempo”, que um dia as pessoas entenderiam. Pode parecer prepotência, mas não é. Além desse grande artigo que o Sam Lansky publicou no ano passado, aqui vai uma versão condensada desse texto + algumas constatações minhas e um tracklist ideal para o disco.

Nicki Minaj - Nicki who? Em junho de 2010, a rapper Onika Tanya Maraj (?) era tão desconhecida quanto a quarta eliminada do BBB9. Na faixa “Woo Hoo”, Nicki fez o que sabe fazer de melhor: feat. Um dos melhores da carreira e essa foi a primeira aparição para o mainstream. A música sempre foi uma das minhas preferidas do álbum. Divertida, contagiante, descontraída e apimentada. Um legítimo pop bubblegum remodelado. Logo em seguida, Nicki se tornaria a maior rapper feminina do momento, com alguns super hits no currículo (solo e feat.).

Elastic Love - a melhor música do disco, de acordo com a maioria dos críticos. “Mas isso não é Christina Aguilera”, “Britney Spears poderia cantar essa música”, “M.I.A. fez uma grande faixa que não se encaixa em Aguilera”. Os argumentos contra a inclusão da música mais contraditória do repertório de Christina no tracklisting são limitados. Versatilidade é a palavra que rege todo o Bionic. Não é um disco linear e a ousadia é válida.

Sia - Christina foi a primeira artista a trazer outra aposta ao mainstream. A australiana Sia Furler colaborou em 3 das 4 baladas que vemos na versão padrão do disco + “Stronger Than Ever”, da versão deluxe. Entre elas, o segundo single “You Lost Me”, uma canção belíssima e cheia de vigor. Mais tarde Sia se tornaria essa hitmaker que todos conhecemos, com David Guetta, Rihanna, Flo Rida…

Faixas bônus - O melhor que Bionic tinha eram as faixas bônus. “Monday Morning” é uma música incrível, um electropop sofisticado e divertido. A obscura “Birds of Prey” e a forte “Stronger Than Ever” nos dão certeza de que não mereciam ter ficado apenas no deluxe. Bobblehead? Essa é assunto pro próximo item:

Bobblehead - a pior música do disco? Que refrão é aquele? Isso é a Christina Aguilera? Olha, gostando ou não da música (já odiei, hoje curto), “Bobblehead” é um marco. Imagine ela sendo gravada hoje por Nicki Minaj. Não é a cara dela? Poderia ir para o repertório da Ke$ha também, até Lady Gaga. Sim, a faixa causou estranhamento na época por uma simples questão de anacronismo. Não que esse tipo de música já não tivesse sido feita, mas no mundo pop, mainstream, foi a primeira vez que vimos algo parecido. 

Existem erros de repertório graves em “Bionic”. Um disco conciso, com menos faixas e o alinhamento certo poderia ter mudado os rumos do trabalho:

Nada disso garante que “Bionic” seria um sucesso, mas haveria uma coerência maior com o conceito do disco.

As ambições de Aguilera com esse disco eram grandes, basta olhar para os produtores, a qualidade da produção das faixas e até o visual que Xtina adotou. “Bionic”, ao contrário do que muitos pensam, foi um trendsetter e com o passar do tempo será cada vez mais lembrado como tal.

    • #Christina Aguilera
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  • 10 years ago
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Django x Todos os outros
Hoje dedico o embate aqui ao injustiçado Django. Se no filme sangrento de Tarantino (cê jura?) o personagem de Jamie Foxx faz justiça com as próprias mãos, no mundo de gala das premiações cinematográficas, o anti-herói não...
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Django x Todos os outros

Hoje dedico o embate aqui ao injustiçado Django. Se no filme sangrento de Tarantino (cê jura?) o personagem de Jamie Foxx faz justiça com as próprias mãos, no mundo de gala das premiações cinematográficas, o anti-herói não consegue o mesmo sucesso. 

Na verdade, não falo do personagem em si, mas do filme. Uma obra irretocável de Tarantino, com o jeitão Tarantino e com todas as qualidades para ser reconhecido como mais que um filme legal, pop e bom de se ver. O diretor vem sofisticando cada vez mais seu estilo, sarcasmo e ironia; sua estética já é marcada e sua narrativa mais que aprovada. Mas por que Lincoln ou Argo ao invés de Django?

Curiosamente, Lincoln, Argo, Django e A Hora Mais Escura abordam fatos históricos americanos, ainda que a imaginação de Tarantino fale mais alto em sua obra e os outros três sejam mais fiéis aos livros. A produção de Spielberg é impecável e a roteirização de Argo merece aplausos. Só que de outro lado, Django se sobressai nesses dois quesitos e ainda proporciona uma atuação incrível de Christoph Waltz e uma performance espetacular de Leonardo DiCaprio.

Parece que a Academia ainda não está pronta para Tarantino. Essa forma meio Andy Warhol de fazer filme não dialoga bem com os votantes. Mesmo entre a crítica, Django não está entre os favoritos. Talvez este post seja mais uma manifestação de indignação de alguém que amou uma obra e achou as outras apenas “ok”, com algumas oscilações.

Bom, o Oscar está aí. Não espere por uma surpresa e uma vitória de Django. É improvável (lamentável). Espere pelo incomum e uma vitória de Argo. É possível. Mas aposte na estatueta indo para as mãos de Lincoln. É o caminho natural. 

Últimos vencedores:

- O Artista (Ok)

- Antes, O Discurso do Rei (venceu A Rede Social. Reflita)

- Guerra ao Terror (foi surpresa. Bateu Avatar, mas Bastardos Inglórios era ainda melhor)

- Quem Quer Ser Um Milionário (o filme mais convencional e clichê a vencer nos últimos anos)

- Onde os Fracos Não Têm Vez (finalmente um acerto)

- Os Infiltrados (Outro grande acerto)

- Crash - No Limite (Olha a Academia sendo engessada e convencional de novo. Pobre e injustiçado Brokeback Mountain)

- Menina de Ouro (é bom, mas O Aviador está níveis acima)

- O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (nem falo nada; Sobre Meninos e Lobos concorreu no ano errado)

- Chicago (ganhou de O PIANISTA, GANGUES DE NOVA YORK e AS HORAS. Por favor, a Academia jogou sua credibilidade no ralo neste ano)

- Uma Mente Brilhante (escolha justa)

- Gladiador (três dos concorrentes eram um porre; Traffic escapa)

Pra vocês verem como a Academia cometeu grandes erros nos últimos anos, alguns GRAVES, como Chicago. Assim, sigo com a minha predileção por Django completamente justificada.

Como diria o escravo livre:

I like the way you die, Academy. 

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  • 10 years ago
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MPB Pop x MPB Indie   Deu um lado a música popular brasileira (ênfase no ‘popular’) que domina rádios e trilhas sonoras de novelas. Do outro, a música popular brasileira (o 'popular’ sai por força do hábito da 'MPB’) que domina os blogs de música e...
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MPB Pop x MPB Indie
 
Deu um lado a música popular brasileira (ênfase no ‘popular’) que domina rádios e trilhas sonoras de novelas. Do outro, a música popular brasileira (o 'popular’ sai por força do hábito da 'MPB’) que domina os blogs de música e chama atenção da imprensa gringa.
 
Exemplificando de forma mais concreta: Naldo, Michel Teló, Gusttavo Lima, MC Beyoncé, MC Anitta (guarde este nome), Munhoz e Mariano (para citar uma dupla num mar efervescente do Sertanejo Universitário). Do lado de lá, Criolo, Lucas Santtana, Céu, SILVA, Tulipa Ruiz, Marcelo Jeneci, entre diversos outros. Existe hoje no Brasil música sendo feita para as massas e música direcionada a segmentos.
 
Uma recente matéria do The Guardian dedica suas linhas a “uma nova onda musical brasileira que está alcançando a Europa”. E eles não estão falando de Michel Teló, não. Aliás, da última vez que falaram, em crítica assinada pelo Joe Bishop, despejaram preconceito e xenofobia. Voltando à nova onda musical brasileira, o jornal cita a Mais Um Discos, selo britânico que está lançando o disco “A Curva da Cintura”, de Arnaldo Antunes e Edgar Scandurra e “O Deus que Devasta, Mas Também Cura”, do baiano Lucas Santtana.
 

“Música de artistas brasileiros que fundem estilos, desconsideram gêneros e irritam puristas” - esse é o descritivo do selo, que mostra como essa nova música brasileira quer ser vista e vendida lá fora. A matéria ainda repete elogios da crítica brasileira ao espetacular “Nó na Orelha”, do Criolo, considerado por Deus o mundo o melhor disco nacional de 2011. 
 
Agora, aqui, a história é outra. O que ouvimos sem querer, ou querendo, é a música de massa, feita por Michel Teló, que conquistou a Europa, Gusttavo Lima, as duplas de Sertanejo Universitário e seus refrões pegajosos. Um tipo de música que move multidões e domina a mídia. 
 
Um fenômeno interessante aqui tem a ver com o funk carioca. Há até pouco tempo marginalizado, o estilo agora conseguiu se enquadrar nos moldes da música pop e ganhar as trilhas de novela e programas de auditório voltados para a família brasileira. Lembram da MC Anitta que falei lá em cima? A cantora assinou contrato com a gravadora Warner no início deste ano. Naldo, como muitos devem saber, é astro do selo independente DeckDisk.
 
Em entrevista ao UOL, Naldo comentou o alcance de sua música: “Toco numa mesma noite numa comunidade e na Lagoa para uma plateia de globais, ou num lugar como o Copacabana Palace”. Mas por que faz tanto sucesso? Fui pesquisar as letras das músicas de Naldo no site Letras e preciso compartilhar esse print maravilhoso com vocês:
 
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Mataram a charada? Então é só fazer funk sem palavrão? Vamos lá, isso até que pode ser um dos fatores que tornaram o funk pop, mas não o único. Um bem característico é seguir a fórmula americana. O pop de lá influencia o pop daqui. As batidas, os samples, os ritmos que eles usam são absorvidos pelos MCs, incorporados às suas referências locais e transformados em legítimas manifestações culturais.
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Inúmeros funks usaram o sample de “Pon De Floor”, do Major Lazer, que Beyoncé usou em “Run The World (Girls)”. Aliás, o clipe é A CARA do funk carioca:
 

 
“Fala Mal de Mim”, da MC Beyoncé, é uma das melhores surpresas de 2012. Não precisa explicar, é só ouvir: 
 

Bom, encerro aqui dizendo que admiro mais essa nova cena pop nacional (com muitas ressalvas e o Sertanejo Universitário é uma delas) do que a outra cena, que mostra-se menos transgressora e desafiadora. Ainda que aqui eu deixe uma brecha para a interpretação contrária: o funk precisou se render às regras da indústria da música para ser aceito, enquanto a new wave brasileira faz um som de qualidade fora dos padrões pop. 
 
Leitura obrigatória - esse post do blog Fita Bruta:
Os Melhores (e os piores) funks de 2012.
    • #funk
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  • 10 years ago
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“    Justin Bieber - “Beauty and a Beat” vs. “Suit & Tie” - Justin Timberlake
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As comparações entre os Justins sempre foram e continuarão sendo frequentes. Com trajetórias parecidas na música, os dois agora disputam simultaneamente o mercado feroz...
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Justin Bieber - “Beauty and a Beat” vs. “Suit & Tie” - Justin Timberlake

As comparações entre os Justins sempre foram e continuarão sendo frequentes. Com trajetórias parecidas na música, os dois agora disputam simultaneamente o mercado feroz do mundo pop. Coloquei o 3º single do Bieber contra o single-comeback do Timberlake. Qual é o melhor?

Então vamos ao que interessa:

O garotinho fofo do Clube do Mickey virou aquele moleque esquisito do início do NSYNC e depois ídolo teen entre o auge da boyband e o início da carreira solo, com o “Justified”. Marcou sua maturidade no maravilhoso “FutureSex/LoveSounds” e provou o quanto é talentoso e inteligente. Agora, o cara volta depois de um longo e tenebroso hiato com uma música que diz o seguinte:

- Vou vestir meu terno e gravata e mostrar umas coisinhas pra você.

O recado é claro. JT quer se diferenciar do xará. Já é um homem de 31 anos. Bieber ainda não tem 20, mal largou as fraldas e Timberlake quer mostrar o quanto as coisas são diferentes por aqui.

 Enquanto o moleque segue suas pegadas, Timberlake traça uma linha para mostrar que existe um abismo que separa os dois artistas. O mesmo abismo que existia quando JT era comparado com Michael Jackson lá no início.

Voltando a falar especificamente de “Suit & Tie”, Timberlake veste seu traje de gala e volta no tempo para mostrar como suas referências são muito mais consistentes. A música é um R&B-pop-disco retrô. Timberlake pegou seu terno e gravata emprestados de Prince e Marvin Gaye. O Michael Jackson da era pré-Thriller também é uma influência clara. A música é muito boa, vai na contramão das paradas atuais, tem participação de Jay-Z… MAS não é aquele comeback arrasador e tem uma introdução completamente descartável. Confessa: você, depois de algumas ouvidas, já pula aqueles 40 segundos, né?

Agora vamos a “Beauty and a Beat”. O terceiro single de “Believe” bem que poderia ter sido o primeiro. Possivelmente o melhor trabalho que o JB fez em toda a carreira e, sim, mais uma vez lembra aquele Timberlake do início da carreira solo. Ok, “As Long As You Love Me” também é muito boa. A produção é foda, batida contagiante, divertida, segue a fórmula pop, é radiofônica e MUITO LEGAL! Tem um clima mais contemporâneo.

Bieber é jovem, só precisa de uma gatinha e uma boa batida pra dançar. Timberlake está mais sério, na beca, disposto a seduzir na pista de dança.

Qual é a melhor música? Eu fico com “Beauty and a Beat”, do Bieber com a Minaj. É mais escapista, menos pretensiosa, mais divertida.

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  • 10 years ago
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Rihanna - Diamonds

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  • 10 years ago
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10 Melhores Singles de 2012 by Romulo Rodhrigues on Grooveshark

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1. Sweet Nothing - Calvin Harris feat. Florence Welch

2. I Will Wait  - Mumford & Sons

3. Too Close - Alex Clare

4. Call Me Maybe - Carly Rae Jepsen

5. Your Body - Christina Aguilera

6. Die Young - Ke$ha

7. Thinkin Bout You - Frank Ocean

8. Madness - Muse

9. Diamonds - Rihanna

10. Mercy - Kanye West feat. Big Sean, Pusha T & 2 Chainz

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  • 10 years ago
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Illustrations and Tipograpfy created by Nour Tohmé

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  • 10 years ago
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Madonna - Express Yourself
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Madonna - Express Yourself

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  • 10 years ago
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Marcelo D2 - A Maldição do Samba
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Marcelo D2 - A Maldição do Samba

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Gnarls Barkley - Going On
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Gnarls Barkley - Going On

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About

Clash: substantivo: um confronto violento. Verbo: entrar em conflito violento. Sinônimos: colisão, conflito, encontro.

Mudamos a proposta do blog. Agora,o objetivo aqui é fazer comparações, análises, dizer quem se saiu melhor. Colocar o pop em conflito, rivalizar.

Seguir @RomuloRodrichs


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